Enquanto estamos vivos, cada um de nós tem a oportunidade de realizar duas importantíssimas uniões, de valor inestimável: duas Alianças de Sangue . A primeira é feita com Cristo , no dia que O aceitamos como Salvador, reconhecendo que somos pecadores e que dependemos inteiramente da Sua Graça para sermos salvos. Esta Aliança é espiritual e eterna: começa nesta terra, mas dura para além da morte. A segunda aliança é a única que temos com outro ser humano, num nível de profundidade e seriedade exclusivo. É contudo sujeita à nossa mortalidade. Não é feita com pai, mãe, filhos, irmãos ou amigos. A única aliança de sangue com outro ser humano, inviolável e sagrada, é consumada com o nosso conjugue, no matrimónio . Reconhecer a seriedade deste pacto de sangue, o único “até que a morte os separe” ( Mc 10:9) deveria ser suficiente para, qualquer pessoa que está a pensar casar ou já está casado, nos apercebermos que estamos diante de algo m...
Uma das coisas que caracteriza o Homem é a sua capacidade de sonhar, de fazer projectos e planos a médio e a longo prazo. Muitos filósofos e pensadores apontam os sonhos como o impulsionador da humanidade: as grandes conquistas, descobertas científicas bem como os principais avanços tecnológicos foram fruto dos sonhos de homens. E como disse o Poeta António Gedeão: “Sempre que o homem sonha, o mundo pula e avança, como a bola colorida nas mãos de uma criança.” Em relação aos Sonhos existem 3 TIPOS DE PESSOAS: "Entrega o teu caminho ao Senhor, confia nele, e Ele tudo fará." Salmos 37:5 (RC) a) Os que não têm sonhos b) Os que tem sonhos c) Os que perderam os seus sonhos DEUS QUER DAR-NOS SONHOS Abraão – Génesis 15:1-7 Abraão apenas queria um descendente, mas Deus deu-lhe o sonho de uma grande nação e de uma terra como herança. José – Génesis 37:5-11 José era um jovem imaturo quando Deus lhe deu 2 sonho...
A PERDA DA SAÚDE "A minha Dor é um convento ideal Cheio de claustros, sombras, arcarias, Aonde a pedra em convulsões sombrias Tem linhas dum requinte escultural. (...) Nesse triste convento aonde eu moro, Noites e dias rezo e grito e choro, E ninguém ouve ... ninguém vê ... ninguém ..." Florbela Espanca, in Livro de Mágoas [1] Caso de Doença Crónica Cristina tinha apenas 26 anos quando as primeiras dores apareceram. Pensava ter feito uma distensão muscular e, durante anos, não sabia o que estava a acontecer até que, aos 37 anos, teve uma crise aguda e percebeu que algo estava muito errado. Chegou a andar de canadianas, com os braços ao peito e as dores eram tão incapacitantes que não conseguia sequer levantar um copo de água, tomar banho sozinha ou vestir-se. Durante 2 anos os médicos apenas diziam que não sabiam o que tinha, até que finalmente o relatório foi-lhe pronunciado de forma seca e impiedosa: uma doença autoimune incurável que inflama as articulaç...
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